sexta-feira, 22 de julho de 2011

Xi-sub-b neutra: eis que surge uma nova subpartícula




     Nem só do CERN vêm as grandes descobertas. Pelo seu tamanho colossal o CERN obviamente é, atualmente, o acelerador de partículas mais conhecido, discutido e divulgado, mas muitas descobertas surgem em dezenas de outros aceleradores de partículas, como é o caso do  Fermilab, localizado em Batavia, próximo a Chicago, nos Estados Unidos. Foi exatamente lá que o quark top foi descoberto.

     E foi no Fermilab que mais uma subpartícula foi descoberta. A partícula é chamada Xi-sub-b neutra. Quando formada no acelerador de partículas, durou apenas um mero instante antes de decair em partículas mais leves.
     A partícula é um bárion, o que significa que é composta por três partículas fundamentais chamadas quarks. Ela contém um quark “strange”, um quark “up” e um quark “bottom”. O quark “bottom” é chamado de quark “bottom” pesado, e torna a Xi-sub-b neutra cerca de seis vezes mais pesada que um próton ou nêutron.

     Esta partícula era prevista teoricamente, mas nunca tinha sido observada. Os modelos físicos ainda prevem que vários bárions ainda devem ser descobertos.

O Brasil conquista medalha de ouro na Olimpíada Internacional de Física



     Da equipe formada por 5 integrantes que participaram da 42ª Olimpíada Internacional de Física, realizada em Bangkok, na Tailândia, o Brasil conseguiu 1 medalha de ouro e 4 de bronze.
     Participaram da olimpíada 84 países, com 394 representantes no total.
     Com este feito o Brasil se aproxima de países como a Alemanha e França, deixando para trás Itália, Suíça, etc.

     A equipe brasileira que representa o Brasil é selecionada por meio da Olimpíada Brasileira de Física (OBF). Nesta olimpíada são selecionadas duas equipes que, depois de passar por treinamentos, representam o Brasil na s Olimpíadas Ibero Americana e na Olimpíada Internacional desde 2000.


     A realização das olimpíadas visa incentivar o estudo da física e divulgar o prazer e o ganho de conhecimentos ao se envolver com as ciências.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Nem só de pesquisas vivem os astronautas


     Muitos acreditam que, no espaço, os astronautas vivem o dia inteiro a realizar pesquisas e manutenções. Não poderia ser verdade... Como todo ser humano eles também necessitam, mesmo que poucos, de alguns momentos de distração e lazer.


     Nesta ultima quinta-feira uma nave de transporte russa chegou à Estação Espacial Internacional levando consigo mais de 2,5 ton de carga. Entre a carga tínhamos combustível, água, balas, bombons, tortas, presentes familiares e de amigos, frutas, livros e DVD´s.

     Mas é claro que a nave também levou alguns experimentos.. Não se pode só ficar comendo chocolate e vendo DVD´s no espaço! rsrs

domingo, 29 de maio de 2011

XIV Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica - OBA - Classificação Local


A OBA, por meio de seu representante e por meio de todo o corpo pedagógico e adminstrativo do Colégio Cardeal Leme vem parabenizar os alunos que fizeram parte da olimpíada deste ano.


Abaixo temos a lista com os 10 melhores colocados, no colégio. Parabéns!

NÍVEL 3 – ENSINO FUNDAMENTAL

Classificação
Nome
Série
1°
Vitória Barim Pacela
8ª C
2°
Stephani Silveira de Oliveira
8ª A
3°
Alexandre Henrique Silvério
7ª A
4°
Bruna Campinas
8ª B
5°
Beatriz Cristina Anselmo
8ª B
6°
João Victor Lima
8ª C
7°
Lucas Henrique da Silva Inávio
7ª D
8°
Bruno Gobbo de Freitas Bueno
8ª E
9°
Abel Eduardo Parpaioli Cheque
5ª C
10°
Izabela Maria Baitelo
8ª C
OBA – OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA E ASTRONÁUTICA




NÍVEL 4 – ENSINO MÉDIO

Classificação
Nome
Série
1°
Allan Wine Santos Barbosa
3° A
2°
Jorge Francisco Ricardo Junior
2° D
3°
Luis Henrique Dias
1° D
4°
Fabio Cardoso Pasquini
3° C
5°
Larissa Fernanda Merfa
2° A
6°
Leonardo Valles
1° B
7°
Otávio Augusto Cussolim Ferreira
2° D
8°
João Pedro Monferdini
3° A
9°
Rodrigo Tonon de Oliveira Neves
2° D
10°
Rafaella Maria Bossonello Bianchini
3° C
OBA – OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA E ASTRONÁUTICA




OBA – OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA E ASTRONÁUTICA

domingo, 22 de maio de 2011

Máquinas Térmicas - Experiência para os 2°s anos do EM


     Muito comum nas aulas de Física, as tranformações de energia são frequentes em nosso cotidiano. Em todas as áreas nós podemos encontrar exemplos e aplicações dessas transformações. Nesse experimento vocês deverão demonstrar, com a construção de um protótipo de "barco a vapor", a conversão de energia térmica em energia mecânica.

Materiais:
  • Um frasco de desodorante ou alguma embalagem equivalente
  • Um tubo de cobre (um tubo, nao um arame ou fim - tem que ser oco)
  • Tampa pequena de metal ou algo semelhante
  • Pedaço de vela
Procedimentos:

    Corte o frasco no seu sentido ongitudinal e, com a ajuda de um prego ou de algum perfurante, faça dois furos que permitam passar o tubo de cobre.
    No meio do tudo de cobre, enrole para formar uma espécie de serpentina. Ela deverá ser pequena, para que possa ser aquecida pela chama da vela.
    Coloque o tudo de cobre dentro do frasco pasando suas duas pontas pelos furos. Entorte o tubo para que ele fique ligeiramente levantado na parte de dentro do frasco e, em suas pontas, levemente curvados para baixo.
    Coloque o pedaço de vela dentro da tampa de metal e cole-a no frasco, bem embaixo da serpentina de cobre. Deve-se ter um espaço suficiente para que a chama atinja exatamente a serpentina.
    É importante que os furos por onde passam o cano de cobre sejam bem vedados, para que não entre água em nosso barco.

    Feito todos os passos é hora de testar. Para isso é prciso colocar água dentro do cano de cobre. Ponha uma de suas extremidades na água e sugue o ar pela outra ponta. Sem deixar a água sair do cano, coloque o barco sobre um recipiente com água.

    Atenção: as pontas do cano de cobre deverão estar submersas. Se não estiverem deve-se curvá-las até que fiquem embaixo d'água.

    Agora basta acender a vela e ver o barco se movimentar!!!

Fonte: Brasil Escola

terça-feira, 10 de maio de 2011

Leituras para a OBA 2011




     Estamos perto da prova da XIV OBA, que ocorrerá nesta sexta-feita, dia 13 de maio. Estivemos fazendo, durante algumas semanas, alguns encontros para que pudéssemos realizar as atividades pedidas na olimpíada e também para vermos alguns dos temas que estão frequentemente presentes na OBA.





     Agora, tão perto da prova, sugiro a leitura de alguns textos entre hoje e quinta-feira.



     Embora pareça bastante, são textos pequenos e de fácil compreensão.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Anti-hélio - a mais pesada antimatéria já detectada


     A exatos 100 anos Rutherford descobria, através da célebre experiência com raios  alfa e placas de ouro, a existência de uma eletrosfera nos átomos. As partículas alfa utilizadas por Rutherford nada mais são do que átomos de hélio 4. Agora, um grupo de pesquisadores do Colisor Relativístico de Íons Pesados (RHIC), nos Estados Unidos, com participação brasileira, conseguiu observar partículas de anti-hélio, a mais pesada antimatéria já produzida.

     A busca pela antimatéria é uma busca antiga e visa solucionar uma das questões mais procuradas pela Física, o porque de haver muito menos matéria no Universo do que as leis prevêem. Os Físicos acreditam que a resposta a essa questão está na existência da antimatéria.
     Se a um tempo atrás um cientista afirmasse que a antimatéria existia a grande maioria da população acharia que ele está completamente louco. Hoje, quem discorda da existência da antimatéria é simplesmente uma pessoa mal informada.
     Em março do ano passado este mesmo grupo já havia publicado um artigo onde eles haviam obtido um "anti-hipernúcleo", que nem mesmo constava na tabela periódica. Neste trabalho eles obtiveram uma partícula com dois antiprótons e dois antineutrons, o anti-hélio.

“Observando pela primeira vez o anti-hélio – uma partícula alfa de antimatéria –, demos mais um passo em direção à construção de uma nova tabela periódica" diz Suaide, um dos pesquisadores envolvidos no projeto.


Quer saber mais?
  - Anti-hipernúcleo
  - Antipartícula de peso: Agência FAPESP